Lauren comenta sobre o movimento #MeToo em seu Twitter

#MeToo [“#EuTambém”] se espalhou viralmente como uma hashtag de duas palavras usada nas mídias sociais em Outubro de 2017, para denunciar agressões sexuais e assédio, na sequência de acusações de má conduta sexual contra o produtor de filmes e executivo Harvey Weinstein. A frase, usada há muito tempo nesse sentido pela ativista social Tarana Burke, foi popularizada pela atriz Alyssa Milano, que encorajou as mulheres a tweetarem para divulgar experiências e demonstrar a natureza generalizada de comportamento misógino. Desde então, milhões de pessoas usaram a hashtag para apresentar suas experiências, incluindo muitas celebridades como Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Cara Delevigne e Rose McGowan. 

A ativista social e organizador da comunidade, Tarana Burke, criou a frase “Me Too” na rede social do MySpace em 2006 como parte de uma campanha de base para promover “empoderamento através da empatia” entre as mulheres de cor que sofreram abuso sexual, particularmente em países desfavorecidos. Burke, que está criando um documentário intitulado Me Too, disse que estava inspirada a usar a frase depois de ser incapaz de responder a uma garota de 13 anos que contou a ela que tinha sido agredida sexualmente. Burke, mais tarde, desejou que simplesmente tivesse dito à menina, “eu também”.


Em 15 de outubro de 2017, a atriz Alyssa Milano encorajou a divulgação da frase como parte de uma Campanha de Conscientização, a fim de revelar a onipresença do problema. Mais tarde, Milano reconheceu o uso mais antigo da frase por Burke, escrevendo no Twitter: “Eu acabei de ser informada de um movimento #MeToo anterior, e a história da origem é igualmente dolorosa e inspiradora”. 

Sábado (16), Lauren também não deixou o assunto passar em branco. No Twitter, encorajou homens e mulheres a relatarem sobre quaisquer atos de abusos. Confira:

“Um alô para todas as mulheres lindas e fortes que contaram ao mundo as suas histórias usando #metoo. Um alô para todas as mulheres incríveis que ainda estão sofrendo em silêncio. Um alô para os homens que foram vítimas. Alô para aqueles que acreditam na gente.”

“Para aqueles que são silenciosos e recusam confrontar sua dor. A cultura do estupro nos fez uma sociedade de #metoo [eu também]. Cada mulher que eu conheço tem uma história ou alguma amiga que tenha. Muitas mulheres algumas das mais fortes que eu conheço, tiveram que descobrir como navegar num sistema que não acredita nelas.”

“Um sistema que as culpa porque elas deviam ter lidado melhor com uma situação que elas não pediram. É por isso que educar as crianças e uns aos outros sobre consentimento é tão essencial. Eu aprecio cada voz que foi em frente. Ver esses espaços de criatividade tornarem-se livres de abuso,…”

“…lentamente, mas tornarem-se, é realmente satisfatório. Eu lidei com abuso a minha vida toda de múltiplas pessoas/estranhos (especialmente quando a fama veio) e mesmo durante a época do ensino médio. Estou tão feliz que “superar isso” ou “meninos são meninos” não é mais suficiente para desculpar abuso.”

“Estou tão feliz que estamos reconhecendo essas coisas e honrando as dores e verdades uns dos outros. Estou orgulhosa de cada humano afetado pela dor de ser violado e derrotado. Chega de silêncio. Enviando amor para todos 💞❤💞.”

E você, já fez a sua retrospectiva conosco no Twitter (@laurencombr)? Não? Então, corre lá e nos diga qual é/foi sua matéria favorita usando #RetrospectivaLJBRsite.

Comentários

comentários